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Razões para ter ou não ter um cachorro

Em nossa vida humana, o cachorro pode cumprir múltiplas funções. Na família, é o amigo discreto e afetuoso, o companheiro de brincadeiras das crianças, o testemunho silencioso das dores e das alegrias, o guardião eficaz que vigia a casa. Em outras ocasiões, serve como substituto do filho que não chegou.

Convertido em centro da atenção, é mimado, acariciado, coberto de um amor que transborda. Nas casas em que se vive só, como é o caso de muitos idosos ou viúvos, por exemplo, o cão substitui o que falta: um ser vivo com quem falar, um “ouvinte” que nunca nos vai contradizer.

Certo é que devido ao seu afeto, sua presença, maleabilidade e disposição, um cachorro pode servir como apoio moral. Faz com que a solidão seja menos opressiva, reduz o estresse que sofre uma pessoa nervosa, exterioriza os sentimentos de uma criança muito tímida.

O cachorro sempre está pronto para ajudar, ainda que não seja consciente de sua ação benéfica. Todavia, o número de cães abandonados, instáveis e doentes é estarrecedor. Por isso, te convidamos para refletir com a gente.

 

PENSANDO EM COMPRAR UM CÃO? ANTES DISSO, REFLITA:

A compra de um cachorro é uma decisão importante que deve ser tomada por todos os membros da família. Este animal não é mais um brinquedo que deixamos de lado quando não nos interessa mais. Antes de lançarmos cegamente nessa aventura, é importante ter em mente alguns “mandamentos”:

– Você vai ser responsável pelo seu cachorro durante 10 ou 15 anos (ele dependerá de seu dono toda a sua vida)

– É preciso levá-lo para passear várias vezes ao dia, inclusive com chuva e mal tempo, preparar sua comida, estar disponível para sessões de carícias e brincadeiras, estar ao seu lado quando este fica doente ou idoso, recolher suas fezes, e mudar os planos das viagens…

– Aconselhável, também, é calcular o custo de manutenção que será proporcional ao tamanho do animal. Inclua também gastos com veterinário, seguros, tosa, alimentação, etc.

Ser dono de um cachorro não é um assunto banal! Para estar seguro de suas atitudes como um futuro dono, aqui vão outras regras básicas:

 

REGRAS PARA A AQUISIÇÃO DE UM CÃO

  1. Respeitar o animal;
  2. Estar fisicamente (motricidade, ausência de alergias) e psicologicamente (caráter equilibrado) capacitado para se ocupar dele;
  3. Manter uma presença mínima no lar, e poder levá-lo durante as férias;
  4. Estar disponível para os cuidados que precisa;
  5. Dispor de recursos financeiros suficientes para assegurar sua manutenção;
  6. Conseguir a aceitação por parte dos demais membros da família, do proprietário do apartamento, se vive em regime de aluguel, e da comunidade de proprietários;
  7. Encontrar uma “segunda pessoa” que possa se ocupar dele durante suas ausências;
  8. Estar preparado para os largos passeios diários, sobretudo si você não dispões de um jardim grande.

Se consegue responder afirmativamente a todos estes pontos, chegou o momento de buscar seu cachorrinho. Uma última questão que fica é: será necessário comprá-lo com tantas opções para adotar? Que esta nova presença chegue em sua casa depois dessas reflexões. J

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