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Tudo que você deve saber sobre epilepsia em cães

Muita gente não sabe, mas há algumas condições que os cães e os humanos tem em comum, dessa forma, alguns sintomas podem até mesmo se apresentarem da mesma forma!

Entre essas condições temos a epilepsia, que assim como em humanos, vai causar convulsões e ataques de forma recorrente! Sabemos que a epilepsia pode ser algo bem angustiante para o dono, afinal, ninguém gosta de ver o seu pet tendo um ataque e não saber como é possível o ajudar quando isso estiver acontecendo.

Por isso, nosso artigo de hoje resolveu se aprofundar mais nessa condição do pet, e trazer conselhos, entre outras informações! Tudo para te deixar por dentro dessa doença em cachorros. Confira.

Epilepsia em cachorros: o que é?

Para começar o nosso artigo devemos entender melhor as características dessas condições! No caso a epilepsia em cachorro acontece quando o pet sofre convulsões repetidas, isso vai significar que ele é epiléptico.

Não há uma razão específica que pode explicar o aparecimento dessas convulsões, elas podem acontecer por diversas razões! Na verdade, o diagnóstico só é feito quando os episódio se tornam recorrentes, ou seja, quando começam acontecer com certa frequência.

Quando a atividade elétrica do nosso cérebro é anormal, os neurônicos tendem a ficar desorientados, dessa forma causando espasmos locais ou gerais. É importante ressaltar que nada disso tem relação com a movimentação do animal, até porque os cães podem ter ataques até mesmo quando estão dormindo.

A epilepsia em cachorros pode acontecer desde um tumor cerebral, até mesmo há uma malformação congênita. A epilepsia nos pets também pode ser explicada por herança genética, por uma infecção generalizada ou mesmo por ingerir alguma substancia de insetos que você utilizou no jardim.

Há ainda os casos onde a epilepsia ocorre devido a alteração na composição do sangue, ou quando acontece uma maior concentração de eletrólitos de sódio ou de potássio em nosso corpo, tudo isso vai levar ao aumento da excitação dos neurônios.

A epilepsia em cães, passo a passo

E assim como acontece com humanos as crises de epilepsia podem chegar do nada, de uma forma totalmente inesperada para todos! As crises podem durar segundos ou podem chegar no máximo há um minuto e meio, mas sabemos que para quem presencia a situação tudo isso dura muito mais, parecendo horas de verdadeiro pânico.

Depois da crise é natural que o pet se sinta realmente exausto, como se ele tivesse passado por uma série de exercícios pesados há horas.

A intensidade dos ataques vai depender mais da área afetada dentro do cérebro, por exemplo, a crise de epilepsia pode ser generalizada ou pode ser local! Os estágios podem ser divididos nas seguintes fases:

1 – Fase inicial

A fase inicial também pode ser conhecida como aura ou como pródromo, o animal pode ir mudando seu comportamento, ficando nervoso, desconfortável, ou agindo de maneira estranha.

Nesse fase possivelmente o seu pet vai tentar chamar a sua atenção o tempo todo, com latidos sem motivos, ele pode urinar em qualquer lugar, ou mesmo apresentar sinais de desorientação no momento.

Quando isso acontecer na primeira vez você possivelmente não vai entender o que pode estar se passando, mas com o tempo você pode ir antecipando e já ir percebendo que os ataques de epilepsia estão chegando!

A grande vantagem de conseguir perceber antes é que você vai saber como lidar com a situação, ficando menos assustado e tirando todos os objetos que podem o machucar na hora que a crise estiver acontecendo.

2 – Fase de apreensão

Esse momento também pode ser chamado de acidente vascular cerebral, e é quando o ataque começa! O animal vai se mover de forma frenética e vai cair de lado no chão.

E é nesse momento que vai acontecer o que é bem característico da epilepsia, os tremores, que são movimentos involuntários dos membros do corpo, que podem vir acompanhados de gemidos e uivos do cachorro! Nesse momento o pet pode salivar bastante, e pode não ter controle dos seus olhos, e nem dos esfíncteres, evacuando ou urinando durante o ataque.

Aqui estamos na fase crítica, onde a epilepsia quando se manifestar em sua expressão máxima, e geralmente nela que os sentimentos de angustia, medo e desespero vão bater no dono! Nesse momento o pet está inconsciente de tudo que pode estar acontecendo naquele momento.

Se o dono conseguir ‘’prever’’ tudo isso com o passar da experiência pode colocar um colchão para que o pet não caia no chão no momento do ataque. Mas antes de tentar oferecer qualquer ajuda para o pet nessa fase é ideal tentar manter a calma.

3 – Fase final

E aqui temos a fase final dos ataques de epilepsia! Nessa fase o ataque já vai ter parado, mas o pet vai ficar ainda por um tempo sem conseguir se movimentar, ou vai fazer isso de forma repetida, mas devagar (como se estivesse dentro de um sonho).

Os comportamentos do pet depois do ataque serão de confusão, inquietação, desorientação, e possivelmente ele não vai responder quando você chamar pelo nome dele!

Mesmo tentando levantar do chão ele pode tropeçar, por exemplo! Por isso nessa fase é essencial que você o deixe quietinho, só oferecendo água e um cobertor, pois ele pode ter frio.

Lembrando que quem deve diagnosticar e oferecer alternativas para essa condição é o veterinário! Por isso leve o seu pet o quanto antes!

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